Atualmente, na mesma pessoa, coexiste a exaustão dos pobres e o tédio dos ricos.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
segunda-feira, 13 de março de 2017
Computador com células do cérebro vivas
Atenção que esta novidade é velha. É de março de 2016.
Tem, portanto, cerca de um ano. Fazer um computador com células de cérebro
vivas é passado, não é ficção científica.
Um drone com
olfato de abelha para conseguir cheirar bombas a vários quilómetros de
distância.
A biologia era a última fronteira. Vai deixando de ser.
O futuro é só algo que ainda não nos aconteceu. O não significa
que não tenha já acontecido a outros.
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Já chegou
Havia uma polémica pouco intensa sobre aprender línguas
estrangeiras.
A posição clássica, maioritária e obviamente sensata, era a
de que aprender línguas, pelo menos a língua franca corrente que é o inglês,
era muito importante de um modo geral, indispensável num mundo conectado e imprescindível
no mundo (a)nacional da ciência.
A posição vanguardista, minoritária e obviamente louca era
a de que muito rapidamente se tornaria desnecessário aprender língua(s)
estrangeira(s), porque a
tradução simultânea iria ficar ao alcance imediato das pessoas. De todas,
enfim, de quase todas, as pessoas.
Para o desenvolvimento da tradução em massa global
contribuiram principalmente a Google, pela iniciativa aliada à dimensão e a
colaboração coletiva (crowdsoursing) que a internet torna possível escalar até
ao infinito.
A Google pediu-nos, a todos os milhões que pelo mundo
inteiro usamos o motor de busca, que o ensinássemos a escrever e depois a falar
em várias línguas, potencialmente em todas as línguas. O bebé Google,
especialmente dotado, teve a humanidade como professor.
A colaboração coletiva sempre existiu e a internet
difundida através de dispositivos móveis, mas também de dispositivos
imobilizados, aboliu a distância física, criando a proximidade que é pressuposto dessa colaboração,
tornando-a possível a um nível global.
A velocidade a que tudo acontece neste século XXI deve-se,
em muito, à disponibilidade do conhecimento que permite que se trabalhe sobre e
a par do que outros estão a fazer, progredindo mais e também mais depressa.
A possibilidade de nos entendermos, em qualquer língua,
será certamente mais um passo para a aceleração.
A ver se nós, simplesmente humanos, aguentamos a pressão.
Ou, numa perspetiva mais otimista que se justifica olhando para tudo aquilo de que a humanidade tem sido capaz, vamos ver como nós, humanos, aguentamos a pressão. Provavelmente deixando de ser “simplesmente humanos”.
Ou, numa perspetiva mais otimista que se justifica olhando para tudo aquilo de que a humanidade tem sido capaz, vamos ver como nós, humanos, aguentamos a pressão. Provavelmente deixando de ser “simplesmente humanos”.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
O futuro vai ser barato – muito barato
Estamos habituados a pagar,
muito, pelas coisas básicas de que precisamos para viver e pelas menos básicas que nos habituámos a considerar imprescindíveis. Casa, alimentação, transporte,
saúde, educação, entretenimento, lazer, obrigam-nos a trabalhar de modo a não
conseguir usufruir devidamente de nenhuma e a nunca ser suficiente o que
ganhamos.
Esta
realidade vai mudar. Tudo vai ser muito mais barato e acessível. Se isso
nos fará trabalhar menos e aproveitar mais, vamos ver.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
We spoke data
Dois designers, um de Londres,
outro de Nova Iorque, corresponderam-se
através de correio postal, sobre informação do dia a dia, através de sinais, o
que deu arte.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
terça-feira, 30 de agosto de 2016
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