Mostrar mensagens com a etiqueta Ética. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ética. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Haja alguém!
![]() |
| imagem da net |
O jornalista Luís Pedro Nunes escreve esta semana um artigo com o subtítulo "A tal Internet das Coisas precisa de ser parada".
Deve ser lido, com muita atenção.
Uma coisa é uns quantos mais ou menos exóticos, principalmente nas Universidades, andarem preocupados com a evolução do mundo. Não tanto por evoluir, o que é normal e desejável, mas por a humanidade, em muito poucos anos, estar a comportar-se massivamente de um modo diferente, expondo-se individual e coletivamente de uma maneira nunca antes vista. Em larga medida, está a fazê-lo inconscientemente, ou porque considera que não há alternativa, o que não é melhor.
Outra coisa é um jornalista atento apontar a evidência e ajudar a perceber, na prática, algumas consequências da revolução digital e do uso intensivo de dispositivos, móveis e imóveis, ligados à internet.
O texto é publicado pelo jornal Expresso e gostava de apresentar um link para lá que o permitisse ler. No entanto, isso não é possível. Fica aqui um que, pelo menos, serve para conhecer o autor. O Expresso, ao contrário do que acontece com muitíssimos jornais, nacionais e internacionais com presença online, não permite que qualquer um, assim de repente, desate a ler os artigos que teve tanto trabalho a imprimir em papel e a vender em formato digital. Possivelmente ainda não se apercebeu que a internet dá a volta a tudo e, quanto mais não seja por isso, seria preferível dar-se a ler.
Fica, então, o link para um blog que apresenta integralmente o artigo, aqui.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
O elefante na sala
![]() |
| imagem da net |
O mundo anda um sítio cada vez
mais complicado. Tudo por falta de educação. Ao contrário do que é suposto, as
pessoas que veem o elefante no meio da sala, não se portam como se nada fosse,
ignorando-o como é seu dever. Em vez disso põe-se a gesticular, indignadas,
gritando a evidência sobre o paquiderme e o centro do salão. Se só uma ou duas
pessoas se lembram de tal dislate, a coisa ainda se resolve sem problemas de
maior. É chamada a empresa de segurança privada de serviço que remove, não o
elefante, naturalmente, mas aqueles que afirmam vê-lo. O anfitrião troca um
sorriso e um leve encolher de ombros com os convidados e tudo prossegue a bem
de todos. Diferente já será se toda a gente desata a achar que vê o bicho. Essa
situação pode tornar-se difícil de controlar e os danos são normalmente
colossais. Principalmente se o próprio elefante, tomando consciência da sua
posição privilegiada, resolve mexer-se.
Como é óbvio e perfeitamente
compreensível, se são aprovados limites à emissão de carbono, para mais por
razões tão fúteis e desconchavadas como a inviabilidade a curto prazo do
planeta, um disparate em que se insiste só para embirrar, a única coisa a
fazer por gente responsável pela Economia, nas empresas gigantes e nas nações grandes,
é alterar os sistemas de medição. Qualquer pessoa responsável, principalmente
se for político, percebe isso. Depois age em conformidade, virando-se de costas
o suficiente para poder beber o seu champanhe sossegado, deixando fora do
alcance da vista o elefante ou, neste caso, o
carro. Em parte é para isso que os salões do mundo são grandes e espaçosos.
Agora vai ser uma trabalheira até
se chegar à conclusão que a culpa é do carbono, que não se deixou medir
convenientemente pelo porteiro e pela senhora da limpeza.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Cérebro humano criado em laboratório
![]() |
| Imagem da net |
"Cérebro humano (quase) completo criado em laboratório", é notícia de jornal.
E agora? O que se segue?
Subscrever:
Mensagens (Atom)





